JONAS SAMAÚMA

Jonas Samaúma nasceu em São Paulo, mas sua identidade e vivência se compõem de uma vida pelo Brasil. Aprendeu cordel no Ceará, virou benzedor em Pernambuco e mergulhou no mundo indígena da Amazônia. Estudou cinema, porém é o benzimento e o cordel que são a força da sua essência como artista.

Inspirado pela natureza, considera as cachoeiras e as árvores suas mestras da poesia. Além delas, Ailton Krenak, Patativa do Assaré, Aline Binns, Manoel de Barros, Clarice Lispector, Ferreira Gullar, entre tantos outros e outras, são suas maiores referências poéticas. 

Começou a brincar com a poesia ainda criança, publicou seu primeiro livro aos 13 anos de idade pela editora FTD, aos 15 publicou o livro "Show de bola", que foi indicado ao prêmio Jabuti em 2015, na categoria Infantil Digital.  Estreou seu livro solo na poesia com “A vida é bélica” aos 17 anos pela Poesia Maloqueirista, e “A força que me protege é maior que todas as armas do mundo juntas”, em parceria com a poeta Aline Binns, é seu último livro e foi lançado pelo Selo doBurro em 2019.

Além dos livros publicados, desde 2018 Jonas também cria zines e cordeis para públicos infantil e adulto com teor político e espirutal.

Atualmente, Jonas Samaúma faz parte dos coletivos literários Poesia Maloqueirista, Projeto Praga e Poetas Ambulantes.

NOVO LIVRO

Em 2021, Jonas Samaúma lança seu novo livro "Raio-X de um coração rachado". 

O livro está sendo viabilizado por uma campanha de financiamento coletivo. Como recompensa, o financiador do projeto pode receber o livro digital, o livro impresso, cartazes lambe-lambe, ecobags, e até seções de tarô poético. Após os 60 dias de campanha, o livro entrará em distribuição nas livrarias e em todos os marketplaces. 

 

A ideia do livro começou com um caso real de paixão. Um amor que só se traduzia na poesia. Para provar seu amor, o poeta diz que “poderia ter ido à lua, plantado jardins, mas a prova mais sincera do meu amor foi a poesia, infelizmente poemas de dor”.

O processo de escrita também o ajudou a se recompor como poeta, na medida em que os nãos da amada vinham em coro e a ausência vinha com força, as lágrimas vindo em tempestades, “a única coisa que pude fazer foi colher poesia de tudo”, afirma o autor. 

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